30
jan
08

Muito mais que um amigo : Jesus Cristo


Muito mais que um amigo : Jesus Cristo

Estamos falando sobre amizade e amigos.Você tem amigos de verdade, daqueles que você pode contar até “debaixo dágua”? Estudamos sobre a Vida de Barnabé, e encontramos nele um perfil de um homem a ser imitado. Ele é o tipo de pessoa que Deus quer que nós sejamos. Agora, eu quero apresentar um amigo para você.Se você precisa de um, pode recorrer a Ele. Quero falar sobre Jesus. Aqui no Brasil, do filme A PAIXÃO DE CRISTO de Mel Gibson, filme que está bateu os recordes de bilheteria nos Estados Unidos. Muito assunto vai surgir sobre este tema.Com a ajuda do Espírito Santo, eu gostaria de apresentar aos irmãos, um pouco do pano de fundo bíblico e histórico com relação à crucificação.

Os últimos dias do ministério de Jesus são tão importantes, que Lucas, um dos escritores dos evangelhos, ocupa mais da metade de seu livro para falar deste último período. E João, por sua vez, usa sete capítulos só para falar do ultimo dia.Os últimos dias de Jesus foram marcados por um tempo em que Ele se revela mais claramente aos seus discípulos e investe a maior parte do seu tempo com eles. Mas, também foi o período de maior adversidade. Vários conflitos diretos com a liderança judaica tornava o clima daqueles dias um pouco mais quente e tenso. Vamos então a uma narrativa cronológica da crucificação: Conflitos com os lideres religiosos dos Judeus. João 9:1-41 A cura do Cego de nascença

Quem eram estes religiosos? Os Fariseus

A palavra significa “os separados”. Procuravam seguir, de um ponto de vista literal, tanto as leis de Moisés como os preceitos rabínicos. Por causa disso, se tornavam mais rigorosos do que a mais rigorosa lei que Moisés tinha deixado.

Por exemplo:
• Um fariseu não poderia comer na casa de um “pecador” (alguém que não praticasse o farisaísmo); poderia, contudo, convidar um pecador para comer em sua casa, desde que fornecesse roupas ao sujeito, a fim de que suas vestes não lhe contaminassem a casa.
• Em dia de sábado, não se podia cuspir no chão (isso levantaria poeira, o que seria como arar o chão e, portanto, constituía trabalho),
• nem olhar num espelho (no caso das mulheres, para não serem tentadas a arrancar um fio de cabelo branco, o que seria trabalho);
• alguns rabinos proibiam o comer um ovo que fosse posto num dia de sábado. Algumas Evasivas:
• Por exemplo, se a casa de um fariseu pegasse fogo num sábado ele não poderia retirar suas roupas para fora, carregando-as; mas poderia vesti-las, peça sobre peça.
• A distância lícita para um fariseu caminhar no sábado, a partir de sua casa, era de aproximadamente um quilômetro; se ele percebesse que teria que andar mais do que isso num sábado, poderia deixar provisões para dois dias em determinado lugar, e isso constituiria aquele lugar numa extensão de sua casa; ele poderia, portanto, andar até ali e, a partir dali, mais um quilômetro! Politicamente, os fariseus eram formados de pequenos artesãos, ultranacionalistas, que esperavam um Messias Guerreiro que os fosse libertar da dominação romana.

Os Saduceus

Eram os herdeiros de uma dinastia que governou Israel por 100 anos antes de ser derrubada pelos romanos. Eram grandes proprietários de terras e dominavam a elite sacerdotal.Eles ficavam na coordenação de todo o comércio e vida econômica que acontecia em torno do templo, por causa da religião que sustentavam.Para você ter uma idéia de quanto dinheiro eles ganhavam com a religião, numa única páscoa, sacrificavam-se em torno de 250.000 cordeiros. Os animais sacrificados tinham que passar por um rígido “controle de qualidade” baseado nas leis levíticas. Isto fazia com que a maior parte daqueles cordeiros que eram trazidos pelos pequenos produtores fosse recusada. No lugar disso, os fiéis eram obrigados a comprar animais criados por grandes proprietários de terras ligados às famílias sacerdotais e que eram oferecidos por preços exorbitantes. O pombo, por exemplo, que era o animal mais barato, sofria uma inflação de 100 vezes seu valor.

Além de arrecadar com a venda dos animais, eles também arrecadavam com o pagamento de impostos que tinha que ser feito pela moeda do templo. Tudo isso num cambio muito alto e uma taxa de 8% em cada transação. Por isso, quando Jesus expulsou os cambistas e vendedores de pombas, Ele não estava confrontando um bando de camelôs, e sim, estava batendo de frente com a Elite dominante. Por isso os saduceus o odiavam e queriam matá-lo.

Haviam outros menos noticiados no Novo testamento, como:

Os Essênios

Uma seita pequena, com no máximo quatro mil adeptos. Viviam em comunidades monásticas, como aquela cujas ruínas ainda existem próximas a Cunrã, nas imediações do Mar Morto, onde foram encontrados os famosos Rolos do Mar Morto.

E também os “partidos” políticos como:

Os zelotes

Eram revolucionários dedicados ao projeto de derrubar o poderio romano sobre a Palestina. Recusavam-se a pagar tributos a Roma, consideravam a lealdade a César um pecado e foram os iniciadores de diversas revoltas, inclusive a rebelião que culminou com a destruição de Jerusalém, em 70 d.C. Um ramo extremista dos zelotes era o dos chamados sicários (“assassinos”), que costumavam levar consigo adagas escondidas. Um dos doze discípulos de Jesus fora um zelote (veja Lc 6:15 e At 1:13).

Os herodianos

Uma pequena minoria de judeus influentes, pertencentes em geral à aristocracia sacerdotal, que apoiavam a dinastia dos Herodes e, consequentemente, os romanos que colocaram Herodes no poder. Se a preocupação dos zelotes era pela desarraigação do poderio romano, os herodianos estavam no extremo oposto do espectro político, lutando pela manutenção, a todo custo, do “status quo”.Os publicanos eram cobradores de impostos, na sua maioria relacionados com os Herodianos.Jesus também tinha um discípulo assim: Levi Mateus.

O sinédrio

Quando você lê no Novo Testamento termos como: “concílio”, “principais sacerdotes, anciãos e escribas”, “principais sacerdotes e autoridades” ou simplesmente “autoridades”, referia-se ao Sinédrio.O Sinédrio era uma espécie de “senado” judaico, sem poder de execução capital (ao julgarem Jesus, dependeram do poder romano para executá-lo), mas que tinha a permissão romana para lidar com assuntos religiosos e algumas questões domésticas.

Os escribas

Não eram nem uma seita, nem um partido, mas na realidade um grupo de “profissionais” treinados na interpretação da lei e das tradições rabínicas. Expressões como “doutor”, “mestre da lei” e “rabi” (palavra hebraica que significa “meu grande”, com o sentido de “meu mestre”) são sinônimos para indicar a mesma classe de pessoas. Com sua origem nos dias de Esdras, os escribas tinham a responsabilidade de interpretar a lei, aplicando-a ao dia-a-dia das pessoas. Em razão do extremado legalismo que se apegara à fé judaica, e das muitas tradições dos anciãos que foram se sobrepondo à lei mosaica, essa tarefa era bastante árdua e requeria um treinamento específico. Vamos ver agora os textos do Novo Testamento que mostram estes choques entre Jesus e esta liderança judaica engessada: João 9:1-41 A cura do Cego de nascença João 11:47-51 A ressurreição de Lázaro João 12:9-11 Os Judeus queriam matar a Jesus e também a Lázaro Lucas 20:45-47 O que Jesus dizia deles. Outros acontecimentos (em ordem): A Última ceia (Mt 26:26-30; Mc 14:22-26; Lc 22:14-20) Os momentos no Getsêmani (onde seu “eu”, sua vontade, morreu, veja Mt 26:39; Mc 14:36; Lc 22:42);

A Prisão de Jesus Jesus foi submetido a seis julgamentos 3 com os judeus
• Primeiro perante Anás, Jo 18:12-14;
• Depois perante Caifás, Jo 18:19-23. Caifás era sumo sacerdote indicado pelo governador romano, em substituição a Anás. Mc 14:53 nos mostra que, quando Jesus foi levado a Caifás, o Sinédrio se reuniu para julgá-lo, o que era incorreto do ponto de vista legal, pois nenhum julgamento deveria ocorrer à noite, pela jurisprudência israelita. Por causa disso, o Sinédrio voltou a se reunir pela manhã, conforme Lc 22:66, somente para encobrirem a irregularidade e formalizarem a decisão que já fora tomada à noite; este, então, é o terceiro julgamento. 1 com Herodes (veja Lc 23:7-12) 2 com Pilatos (Lc 23:1-7; 13-25) Morte (Mt 27:45-56; Mc 15:33-41; Lc 23:44-49; Jo 19:28-30) Ressurreição (Mt 28:1-10; Mc 16:1-8; Lc 24:1-12; Jo 20:1-10).

Pós-ressurreição
• Aparecimento a Maria Madalena, João 20:11-18;
• Aparecimento às mulheres, Mateus 28:9,10;
• Aparecimento aos discípulos no caminho de Emaús, Lucas 24:13-35;
• Aparecimento a Pedro, Lucas 24:34,35;
• Aparecimento aos discípulos no dia da ressurreição, João 20:19-23;
• Aparecimento aos discípulos uma semana após a ressurreição, João 20:26-29;
• Aparecimento aos discípulos na Galiléia, João 21:24-29;
• Aparecimento aos discípulos num monte, na Galiléia, Mateus 28:16,17;
• Aparecimento a Tiago, irmão do Senhor, 1 Coríntios 15:7;
• Aparecimento a uma multidão, no monte das Oliveiras, Lucas 24;44-49;
• Aparecimento aos discípulos durante quarenta dias, falando acerca do reino de Deus, Atos 1:3. Com as lições de sua vida e até de sua morte, Jesus nos mostra que NELE NÓS PODEMOS CONFIAR como o nosso melhor amigo.Ele nos entende… Hebreus 2:18 Porque, tendo em vista o que Ele mesmo sofreu quando tentado, Ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados. Jesus exercia misericórdia para com os excluídos. Ele buscava alcançar com Sua misericórdia aqueles que eram “jogados fora”, os socialmente excluídos.
• em João 4:1-30 o Senhor leva a salvação a uma mulher samaritana (que era objeto de uma tripla discriminação, por ser mulher, prostituta e samaritana);
• em João 8:1-11 o Senhor oferece um novo começo a uma mulher cuja sociedade já condenara à morte (v.11);
• em Lucas 7:36-50 o Senhor aceita a adoração de uma mulher com péssimo passado, e acaba ensinando uma lição ao fariseu Simão: quem ama mais seu Salvador é sempre aquele que tem maior consciência dos seus pecados;
• em Lucas 5:27,28 vemos o Senhor Jesus transformando um odiado coletor de impostos em discípulo. • Em Lucas 19:1-10 é Zaqueu, o maioral dos publicanos, quem é alcançado pela graça;
• em Mateus 8:1-4 temos o relato de uma das diversas curas de leprosos que o Senhor realizou. O texto nos diz que Jesus tocou no leproso. Isto seria desnecessário, se Jesus, aqui, estivesse interessado apenas em curar esse homem de sua doença física. Jesus curou-o da lepra meramente dizendo: “Quero, fica limpo!” (v. 3). Ao tocá-lo, Jesus curou sua alma da intensa rejeição que deve ter sofrido, condenado a viver separado de todos (e portanto sem nenhum “toque” humano, talvez por anos!) por causa de sua enfermidade. Mateus 9:12,13

Jesus disse: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Vão aprender o que significa isto: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios. Pois eu não vim chamar os justos, mas pecadores. b) Jesus era misericordioso até para com aqueles cuja fé parecia fraca e vacilante.

• Marcos 9:20-25 – o Senhor age, mesmo diante da falta de fé do pai (v.22, “se tu podes”), que entrementes confessou sua incredulidade (notar contudo que houve um aspecto positivo nessa confissão: ele não disse “não creio”, mas “creio; ajuda-me…”) e pediu ajuda a Jesus (v.24). Há uma lição importante aqui: nunca devemos dizer “não creio”, mesmo quando não conseguimos imaginar nada menor do que nossa fé. Há toda a diferença do mundo entre dizer “não creio”, e dizer : “eu creio; ajuda-me na minha incredulidade”. Jesus, por exemplo, nunca se referiu aos discípulos como “incrédulos”, mas somente como “homens de pouca fé”.
• Lucas 8:49-56 – enquanto conduzia Jesus à sua casa, Jairo recebe a terrível notícia. Nesse exato momento, temos a promessa gloriosa do v.50 – “Não temas, crê somente, e ela será salva”. Aleluia! c) Jesus tinha misericórdia até dos discípulos que falhavam.João 18:15-18; 25-27; João 21:15-17 Foi assim com Pedro.Nós somos especialistas em descartar, desprezar e abandonar. Jesus nunca fez isso! Na aparição aos discípulos: João 20:21-23 – Do mesmo jeito, com a mesma missão, que o Pai me enviou, eu envio vocês! – Recebam do Espírito Santo! – Vocês agora TAMBÉM podem declarar às pessoas: os seus pecados estão perdoados!

Pastor Anesio
Fonte:www.comunidadecarisma.com

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